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Embraer KC-390 Achieves First Dry Refueling Contacts

Feb 21, 2017 Tony Osborne | Aerospace Daily & Defense Report

 

ABU DHABI—Embraer has completed the first dry refueling contact of a receiver aircraft with its KC-390 in a milestone test for the new airlifter’s aerial refueling system.

 

A Brazilian air force F-5 Tiger plugged into both refueling hoses being tested from one of the prototype KC-390s during a sortie near Santa Cruz airbase, Rio de Janeiro, on Feb. 19, the company announced on Feb 20 at the IDEX defense show here. The trial follows proximity testing with two F-5s in late 2016.kc-390-air-air_02

 

Frederico Lemos, Embraer’s director of international business development, said the aircraft had now proven itself throughout its refueling envelope, including the low airspeeds required for when it performs helicopter refueling.

 

Testing of more specialized capabilities will follow in 2018 with operations from austere runways including ice and snow so that the KC-390 can support Brazil’s Antarctic research programs.

 

The two prototypes have now completed 850 flying hours, opening the flight envelope at speeds of 0.8 Mach up to 36,000 ft. The company has also completed flutter testing and confirmed the capabilities of the fly-by-wire flight control system in “normal” mode with the envelope protections in place.

 

Embraer has also begun assembling the first series production aircraft on the assembly line at Gaviao Peixoto. The second aircraft is following close behind. Both will be delivered to the Brazilian air force in 2018.  Later this year, the company will undertake artificial icing assessments at McKinley Climatic Laboratory at Eglin AFB, Florida, while a series of cross-wind trials will be performed at Punta Arenas at the southern tip of Chile.

 

The Brazilian air force wants to achieve an initial operating capability and certification in 2017, while full operational capability is planned for 2018.

 

Embraer believes the KC-390 could be a good fit for air arms in the Middle East because of its multi-role capability. After the aircraft’s visit to the Farnborough Airshow last July, the KC-390 was flown to Cairo and Abu Dhabi for demonstrations to local air arms as well as to perform several high-temperature testskc-390-air-air_03. The company would not say to which air arms it was demonstrated. But Jackson Schneider, president and CEO of Embraer Defense & Security, confirmed that pilots from the region had flown it. “Everyone who flew it loved flying it,” he said.

 

Several air arms in the region have been looking at tactical transport aircraft. Saudi Arabia has recently taken delivery of two KC-130J Hercules tankers, but a wider procurement of the C-130J has not occurred. Saudi Arabia considered the A400M, but it is unclear if the country was involved in the KC-390 demonstration. The United Arab Emirates has a fleet of C-17 Globemasters but only a handful of C-130s, most of them commercial L-100 model aircraft for tactical airlift. The UAE has in recent years put a focus on multi-role capability for its aircraft.

 

Embraer has answered a request for information from New Zealand as that country studies options to replace aging C-130Hs and its two Boeing 757-200s. Schneider said  the company could begin to accommodate export orders as early as 2019.

 

The company plans to bring the aircraft back to the Middle East next summer after it has been displayed at the Paris Airshow.

 


 

 

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Caças da Marinha e da FAB realizam voo de reabastecimento

Defesa Aérea&Naval  Luiz Padilha  23/10/2016

 

No dia 18 de outubro, em Anápolis (GO), o Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque da Marinha do Brasil (MB), o Primeiro Grupo de Caça e o Primeiro Grupo de Defesa Aérea, ambos da Força Aérea Brasileira (FAB), realizaram uma operação de Reabastecimento em Voo (REVO) entre aeronaves de caça.
 
No treinamento, o objetivo era que as aeronaves AF-1 da MB provessem um apoio aéreo aplicável à tarefa de sustentação ao combate, transferindo combustível para as aeronaves de uma esquadrilha de caças F-5M da FAB e, por conseguinte, ampliando a autonomia/alcance das aeronaves recebedoras.

Caça da Marinha reabastece aeronave da Força Aérea
 
O fato, inédito no Brasil, se deu graças à capacidade de a MB atuar com aeronaves de caça como reabastecedoras, através do POD de reabastecimento Buddy Store (sistema que permite a passagem de combustível de uma aeronave para outra). Conectado à estação central das aeronaves AF-1, o Buddy Store foi projetado para permitir a realização do REVO de maneira rápida e eficaz em operações navais nucleadas em porta-aviões, assim como cumprir as funções de reabastecedor em aeródromos pequenos. Também pode ser empregado no caso de pane de reabastecedor ou em uma possível falta desse tipo de aeronave.

Aeronave F5-M se aproxima de Caça AF-1
 
O exercício contribuiu para o desenvolvimento e para a otimização do emprego conjunto dos recursos materiais das Forças Armadas, bem como para aumentar o nível de padronização de doutrina e dos procedimentos. A operação demonstra o esforço da MB e da FAB para intercambiarem serviços, sem o comprometerem suas funcionalidades e consubstanciando o conceito de interoperabilidade.
 
FONTE: CCSM
 
NOTA DO EDITOR: Bravo Zulu à MB e à FAB pelo feito.

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http://www.defesaaereanaval.com.br/cacas-da-marinha-e-da-fab-realizam-voo-de-reabastecimento/


 

14-GripenNG-FAB-Tec

Brasil e Suécia aprovam plano de transferência de tecnologia do Gripen NG

Por Tecnodefesa   Ivan Plavetz    out 24, 2016

 

O primeiro plano de trabalho para transferência de tecnologias do novo caça da Força Aérea Brasileira (FAB), o Gripen NG da Saab, foi aprovado pelo Brasil e pela Suécia na última semana.

No projeto, além dos 36 caças previstos, o Brasil terá acesso ao conhecimento sobre a fabricação, tecnologia de armamento e engenharia de propulsão. “A ideia é que no futuro nós desenvolvamos não só aviões militares, mas também civis”, disse ao jornal Estado de São Paulo o secretário executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fernando Furlan.

Os suecos, por sua vez, estão interessados em parcerias em outras áreas além da fabricação de aviões. Os campos de interesse vão desde a mineração sustentável até as cidades inteligentes, passando pela indústria de ponta. “As oportunidades no futuro estão na manufatura de alta tecnologia”, disse o vice-ministro sueco para Assuntos de União Europeia e Comércio, Oscar Stenström. “É o único meio pelo qual Brasil e Suécia poderão competir no mercado global”. Ele acrescentou que a Suécia está satisfeita com o andamento do projeto Gripen, e espera uma “longa e frutífera parceria”.

Na última quarta-feira (19), Stenström participou de um evento mundial de mineração que no Rio de Janeiro. Ele informou que a digitalização é uma tendência nessa atividade e que seu país possui fornecedores de equipamentos desse tipo. Também há máquinas que operam com menor consumo de energia.

Os documentos assinados no dia 18 de outubro começam a detalhar como se dará a parceria no âmbito do projeto Gripen NG. “Nosso principal ganho é ter acesso à tecnologia que não dominamos”, explicou Furlan. Já está certo, por exemplo, que Brasil e Suécia trabalharão juntos para desenvolver um Gripen NG com dois assentos, um para o piloto e outro para o navegador. “No futuro, seremos capazes de produzir um caça de quinta geração. A tecnologia, que nos estágios iniciais será para aviões militares, depois poderá ser empregada na fabricação de aeronaves civis”.

Fonte: Estadão

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http://tecnodefesa.com.br/brasil-e-suecia-aprovam-plano-de-transferencia-de-tecnologia-do-gripen-ng/


 

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Parceria Brasil-Suécia deve ir além de caças Gripen e pode envolver aviação civil

Defesa Aérea&Naval   Guilherme Wiltgen 19/10/2016

 

Representantes dos governos de Brasil e Suécia aprovaram nesta terça-feira, 18, o primeiro plano de trabalho que detalha a transferência de tecnologia no âmbito do projeto Gripen. Por ele, o Brasil comprará 36 caças de fabricação sueca e, com eles, terá acesso a conhecimento em áreas como tecnologia de armamento e engenharia de propulsão.
 
“A ideia é que no futuro nós desenvolvamos não só aviões militares, mas também civis” , disse à reportagem o secretário executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fernando Furlan. “Teremos a fabricação aqui, se não total, de alguma fase das turbinas. “
 
Os suecos, por sua vez, estão interessados em parcerias em outras áreas além da fabricação de aviões. Os campos de interesse vão desde a mineração sustentável até as cidades inteligentes, passando pela indústria de ponta. “As oportunidades no futuro estão na manufatura de alta tecnologia” , disse o vice ministro sueco para Assuntos de União Europeia e Comércio, Oscar Stenström. “É o único meio pelo qual Brasil e Suécia poderão competir no mercado global. “
 
Ele acrescentou que a Suécia está satisfeita com o andamento do projeto Gripen, e espera uma “longa e frutífera parceria”.
 
Nesta quarta-feira, o sueco participa de um evento mundial de mineração que ocorre no Rio de Janeiro. Ele informou que a digitalização é uma tendência nessa atividade e que seu país possui fornecedores de equipamentos desse tipo. Também há máquinas que operam com menor consumo de energia.
 
Os documentos assinados ontem começam a detalhar como se dará a parceria no âmbito do projeto Gripen. “Nosso principal ganho é ter acesso a tecnologia que não dominamos”, explicou Furlan. Já está certo, por exemplo, que Brasil e Suécia trabalharão juntos para desenvolver um caça com dois assentos, um para o piloto e outro para o navegador. “No futuro, seremos capazes de produzir um caça de quinta geração.” A tecnologia, que nos estágios iniciais será para aviões militares, depois poderá ser empregada na fabricação de aeronaves civis.
 
FONTE: IstoÉ

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 12-A-29-AAF

USAF pretende adquirir mais 4 Super Tucano no programa LAS

Defesa Aérea&Naval   Guilherme Wiltgen  12/10/2016

 

A Força Aérea dos EUA (USAF) quer adquirir mais quatro A-29 Super Tucano, adicionais as 20 já contratadas para Força Aérea do Afeganistão (AAF). As aeronaves serão entregues a AAF dentro de 18 a 20 meses, a partir da data de assinatura do contrato. A AAF está atualmente em processo de recebimento dos primeiros vinte Super Tucano dentro do programa LAS (Light Air Support).
 
Os A-29 afegãos são empregados em voos de treinamento, vigilância, interdição aérea e apoio aéreo aproximado. Eles apoiam as operações de contra-insurgência a partir do aeroporto militar nos arredores de Cabul. A aeronave tem sido tão bem sucedida, que a própria USAF não descartou a possibilidade do A-29 como uma opção para o programa OA-X, que vais selecionar a próxima aeronave de ataque leve e de reconhecimento armado.
 
O Super Tucano possui duas metralhadoras de 12,7 mm nas asas e pode ser configurado com vários tipos de armamentos, como canhão de 20 mm, metralhadoras 12.7 mm, foguetes, munições guiadas com precisão ou bombas de até 1.500 kg. Um dos grande diferenciais do A-29 é a sua capacidade de operar a partir de pistas semi-preparadas.

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http://www.defesaaereanaval.com.br/usaf-pretende-adquirir-mais-4-super-tucano-no-programa-las/


 

11-Cooperação-FAB-Flygvapnet

 FAB e Flygvapnet estreitam cooperação

Serão realizadas atividades bilaterais nas áreas de ciência e tecnologia, logística e operacional

DefesaNet 06 de Outubro, 2016

 

O assunto cooperação marcou o encontro entre os comandantes da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, e da Força Aérea da Suécia (Flygvapnet), Major-General Mats Helgesson. Na audiência, realizada em Brasília (DF) na terça-feira (04/10), os oficiais-generais acertaram atividades bilaterais nas áreas de logística, operacional e ciência e tecnologia. Ainda neste ano, o Brasil sediará um seminário entre as duas instituições.

Na próxima semana, um grupo de oficiais brasileiros vai à Suécia para a reunião do Comitê Executivo em suporte a parceria aprovada pelo Plano de Ações Brasil-Suécia, do 4º Workshop Sueco-Brasileiro em Aeronáutica e Defesa, do Congresso Aeroespacial Sueco de 2016.

“A relação entre nossas forças aéreas é muito importante e é uma amizade estratégica de longo prazo”, declarou o comandante sueco.

Na capital federal, a comitiva conheceu como funciona o controle de tráfego aéreo e de defesa aérea brasileiros. Os oficiais visitaram o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle deTráfego Aéreo (CINDACTA I) e o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA).

Ao longo desta semana, o grupo vai conhecer também a Academia da Força Aérea (AFA), localizada em Pirassunga, no interior de São Paulo, que forma oficiais aviadores, intendentes e de infantaria da Aeronáutica.

Na Base Aérea de Anápolis, no interior de Goiás, os suecos conhecerão a unidade que receberá os primeiros aviões de caça Gripen NG brasileiros. A programação também contempla visitas a empresas brasileiras envolvidas no processo de transferência de tecnologia do projeto FX-2.

Santos-Dumont – O Major-General Mats Helgesson (foto), que assumiu recentemente o comando da Força Aérea da Suécia, foi condecorado com a medalha mérito Santos Dumont. “Eu estou realmente muito honrado por receber esta medalha. Muito feliz. Isto é bom e muito importante para mim. Eu considero os laços de amizade entre nossas forças aéreas”, afirmou o oficial-general em sua primeira viagem ao Brasil.

Por: Ten Jussara Peccini

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10-Workshop_FAB

FAB coordena 1º Workshop sobre inspeção e reparos em estruturas de material composto

O objetivo é preparar o PAMA-SP para a manutenção de aeronaves como o Gripen NG

Defesa Aérea&Naval  Guilherme Wiltgen   04/10/2016

 

O Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) sediou, entre os dias 20 e 23 de setembro, o 1º Workshop sobre reparos em estruturas aeronáuticas de material composto e ensaios não-destrutivos. Com menor peso, alta resistência à corrosão, design suave e aerodinâmico, os materiais compostos (por exemplo, fibra de caborno), são utilizados na fabricação das aeronaves modernas, como o KC-390, o Gripen NG e os veículos remotamente pilotados, o RQ-450 e o RQ-900.
 
O objetivo do workshop foi apresentar aos técnicos e engenheiros do PAMA-SP as tarefas básicas de identificação e execução de reparo de estruturas de aeronaves existentes, além de preparar os militares para que possam lidar com as novas aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), o KC-390 e o Gripen NG.
 
De acordo com o Tenente Engenheiro Leonardo Ernane da Rocha, a primeira aeronave reparada pelo PAMA-SP com estrutura de material composto, não metálica foi um veículo aéreo não tripulado. “A manutenção foi um sucesso e nos motivou a promover o Workshop para conhecer métodos de reparos mais atuais”, declarou.
 
O evento promovido em parceria com consórcio holandês ICRIT (Integrated Composite Repair, Inspection & Training) especializado em treinamento, contou com a participação 30 militares, entre eles, engenheiros e sargentos especialistas. Durante o curso prático, os militares puderam simular danos nos materiais e aprender os melhores métodos para repará-los.
 
“O Parque de Material Aeronáutico de São Paulo está sempre acompanhando os avanços tecnológicos referentes aos reparos de estruturas de materiais compostos, e posso afirmar que estamos capacitados para receber o Gripen NG”, ressaltou o coordenador do Workshop, Tenente-Coronel Aviador Sandro Rondon Rett.
 
FONTE e FOTO: FAB

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9-Ministro-Jungmann-Indústria-de-Defesa

Ministro Jungmann assegura apoio a Indústria de Defesa

Defesa Aérea&Naval  Luiz Padilha  29/09/2016

 

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta terça-feira (27), durante abertura da 4ª Mostra Base Industrial de Defesa BID-Brasil, que, mesmo com os ajustes econômicos que o País terá de enfrentar, não faltarão esforços de sua parte no sentido de criar mecanismos e oportunidades que assegurem o crescimento do setor.

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Ministro quer retomar negociações com os EUA sobre base de Alcântara

DefesaNet   Por Isadora Peron 

 

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira, 30, que o governo espera retomar as negociações com os Estados Unidos sobre o uso da base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão.
 
A declaração foi dada durante um evento no Palácio do Itamaraty, que busca aumentar a parceria comercial entre os dois países na área da defesa.
 
“Um exemplo dessa parceria seria a utilização da Base de Alcântara (pelos EUA). Nós queremos que ela seja retomada dentro de uma perspectiva soberana e um jogo de ganhar e ganhar (para os dois países)”, disse.
 
Segundo o ministro, o governo pretende mandar um novo projeto de lei ao Congresso para regularizar a utilização do local pelos americanos. Ele não deu detalhes sobre o que seria mudado em relação a lei em vigor, mas disse que o tema tem sido tratado sob a ótica “comercial”. “Evidentemente que se trata da utilização comercial da base, que tem vantagens geográficas frente a outras plataformas de lançamento”, disse.
 
Em 2013, a então presidente Dilma Rousseff ensaiou uma reaproximação com os EUA, mas as conversas bilaterais não avançaram. Na época, o governo afirmava que a hipótese de reservar áreas da base para uso exclusivo americano, como chegou a ser estabelecido no Tratado de Salvaguardas (TSA) assinado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, em abril de 2000, nem sequer seria considerada.
 
Também presente no evento, a embaixadora dos Estados Unidos, Liliana Ayalde, afirmou que o país vai avaliar esta possibilidade, mas que o fato de os dois países terem retomado essa conversa é “muito importante”.
 
FONTE: Estadão

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7-Acordo-Brasil-EUA

Brasil e Estados Unidos assinam carta de intenções na área de indústria de defesa

Defesa Aérea&Naval Luiz Padilha   02/10/2016

 

Fortalecer a parceria entre os governos brasileiro e estadunidense na área de indústria de defesa e estabelecer novos negócios. Com este objetivo, foi realizado, nesta sexta-feira (30/09), o Diálogo da Indústria de Defesa Brasil e Estados Unidos, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.
 
Estavam presentes o ministro da Defesa, Raul Jungmann; a embaixadora dos EUA no Brasil, Liliane Ayalde; o secretário nacional de Produtos de Defesa, Flávio Basílio; secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Igor Calvet; e o subsecretário de Comércio dos EUA, Ken Hyatt. Também compareceram ao evento o Tenente-Brigadeiro do Ar, Alvani Adão da Silva, Chefe de Assuntos Estratégicos do MD; e o Brigadeiro do Ar José Augusto Crepaldi, Diretor do Departamento de Produtos de Defesa do MD; além de demais autoridades.
 
Promovido pelos Ministérios da Defesa, das Relações Exteriores (MRE), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MICS) do Brasil e pela Embaixada dos Estados Unidos, a reunião culminou na assinatura de uma carta de intenções, oficializando a intensificação do diálogo entre os governos, juntamente com as indústrias de defesa das duas nações. Representantes de mais de 65 empresas de ponta da área também prestigiaram o encontro visando assuntos de interesse de ambos países, como transferência de tecnologia, exportação e importação de produtos do setor, entre outros.
 
Segundo a embaixadora Liliana Ayalde, as Forças Armadas de ambos países já vem construindo relações de cooperação na área. “Estamos construindo sobre uma fundação muito forte. Militares e governo tem relacionamento frutífero para unir nossas indústrias”, comenta.
 
Das parcerias consolidadas entre os governos, segundo a embaixadora dos EUA, está o acordo da Boeing e a Embraer, no acordo comercial para o cargueiro da Força Aérea Brasileira, KC-390; e o emprego do caça A-29, também da empresa brasileira, pelas Força Aérea Americana no Afeganistão. “Estamos empenhados em fortalecer nossos vínculos nos anos vindouros,” acrescentou.
 
O ministro da Defesa destacou a importância de institucionalizar a cooperação entre os dois países, fazendo com que ambos comunguem das mesmas ideias e partilhem de uma agenda de interesses. Jungmann ressaltou o desejo em desenvolver um produto na área de defesa que seja binacional. “O diálogo é o ambiente ideal para facilitar negócios e eliminar barreiras para o compartilhamento e aprofundamento da cooperação entre os governos”, pontua.
 
Outro assunto apresentado pelo ministro é colocar a Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), unidade de lançamento de foguetes da FAB, à disposição do governo americano. “O lançamento de satélites e foguetes aeroespaciais tem para nós uma enorme importância que seja retomada em bases soberanas”, acrescentou.
 
Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Cynthia Fernandes

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Palavras do TB Rossato na 4a Mostra BIDBrasil

BID BRASIL TV – Publicado em 28 de set de 2016

 

O Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro Nivaldo Rossatto, destacou a parceria com a Base Industrial de Defesa nacional.

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https://www.youtube.com/watch?v=czvJnKTwcNU


 

5-A-29-AAF

Segundo jormal argentino, Temer vai oferecer à Argentina 24 Super Tucano

O Ministério da Defesa do Brasil, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a fabricante Embraer, já teriam dado o seu “de acordo”

Defesa Aérea&Naval  Guilherme Wiltgen  03/10/2016

 

O presidente Michel Temer, que chegou nessa segunda-feira 03/10 a Buenos Aires para visitar o seu colega Mauricio Macri, espera um sinal da Argentina para avançar. É a solução mais moderna para que a Argentina comece a recuperar a capacidade operacional da sua Força Aérea (FAA), uma vez que engloba a incorporação, em um rápido período, de 24 aeronaves Super Tucano, a mesma que os Estados Unidos recentemente adquiriram para usar no Afeganistão.
 
Os ministros responsáveis pela segurança e defesa do Brasil e da Argentina devem se reunir e o assunto deverá ser inserido na agenda, que está com foco no combate à criminalidade nas fronteiras. A operação envolveria US$ 300 milhões e financiamento estatal via BNDES.
 
Disponibilidade imediata, financiamento e o relançamento da integração bilateral entre Argentina e Brasil, com um elevado nível de ambição, semelhante ao posto em prática 30 anos atrás pelos presidentes Raúl Alfonsín e José Sarney, quando concordaram com uma cooperação no campo nuclear, que acabou com a desconfiança binacional no início do período pós-ditadura.
 
Essas são as cartas do presidente Michel Temer para despertar o interesse da Argentina na reformulação da sua vigilância aérea de fronteira, através da incorporação de vinte e quatro A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer.
 
O acordo, similar ao preço de outras ofertas inferiores que vieram dos Estados Unidos com o T-6 Texan II, da França com o Mirage e de Israel com o Kfir C10, teria um grande valor agregado: A entrada da Argentina no programa de fabricação do Gripen NG no Brasil. O governo argentino já manifestou interesse em aderir a este acordo através da Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA).
 
A Força Aérea Brasileira (FAB), o Ministério da Defesa, chefiado pelo ex-deputado Raul Jungmann, e a Embraer já deram a sua aprovação para a venda, mas agora depende de uma sinalização de interesse por parte do governo argentino.
 
Nesta segunda-feira, em sua primeira visita à Argentina como chefe de estado do Brasil, Temer vai colocar os seus ministros da Defesa e da Justiça, Raul Jungmann e Alexandre de Moraes, este último também responsável pelo controle das fronteiras através da Polícia Federal, em reunião com os seus pares Julio Martinez e Patricia Bullrich.
 
Os ministros vão formar um grupo de trabalho para combater o contrabando e crimes transnacionais, e também devem analisar a integração no domínio da defesa e segurança. A vigilância e o controle das fronteiras é uma obsessão dos empresários brasileiros e do governo Temer, que também está buscando integrar nesta tarefa a Bolívia e o Paraguai.
 
Após a reunião e almoço com Macri, na Quinta de Olivos, Temer parte para Assunção para realizar reuniões com agendas similares com o seu homólogo Horacio Cartes.
 
Um acordo de integração entre Argentina e Brasil no campo de defesa, com o fornecimento do Super Tucano à FAA, o governo brasileiro acredita que seria um primeiro passo para a construção de um regime comum para o cuidado com a fronteira. Também poderia servir para reativar totalmente a FAdeA, através de um acordo com a Embraer, como uma forma de comercializar o avião de treinamento Pampa, dando nova energia para o bloco do Mercosul e a integração bilateral.
 
É usado principalmente pela Força Aérea Brasileira e Colombiana. Em 1 de Março, de 2008, um esquadrão de aviões Super Tucano da Força Aérea Colombiana participou na “Operação Phoenix”, no território equatoriano, quando foi morto Raul Reyes, das FARC-EP. Aparentemente, nesta missão o Super Tucano teria utilizado bombas Griffin LGB e foguetes de 70 mm. Em 22 de setembro de 2010, novamente um esquadrão de aviões Super Tucano da Força Aérea Colombiana participou da “Operação Sodoma”, onde foi morto Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como “El Mono Jojoy”, líder das FARC.
 
O Projeto ALX foi então criado pela Força Aérea Brasileira, que também tinha a necessidade de um avião de treinamento militar, com alta manobrabilidade, fácil manuseio e um bom desempenho em voo de média e baixa altitude, para substituir o Xavante. O projeto da nova aeronave era adequado para a região amazônica, por suportar altas temperaturas e umidade. Concebido como um avião de asas em linha reta, com um motor turboélice, possui longo alcance e autonomia de voo. Tem capacidade de transportar três tanques de combustível externos, 1 sob a fuselagem central e 2 sob as asas, podendo operar em qualquer tempo, durante o dia ou a noite e capaz de pousar em pistas curtas que carecem de grandes infra-estruturas, aeroportos comerciais, pistas de segundo nível, rodovias e até estradas de terra.
 
FONTE: urgente24

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4-Northrop-F-5

Northrop F-5

 Hoje no Mundo Militar

 

Retrospectiva sobre um dos mais bem sucedidos projetos de aviões de Caça  F-5.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo.

https://m.youtube.com/watch?v=TWwi2fjOstg


 

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Combates Aéreos - Ases do deserto (A Guerra dos 6 dias)

Documentário do The History Channel  Publicado em 13 de dez de 2014

 

Interessante vídeo, analisando a Guerra dos Seis Dias a ajuda de computação gráfica.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo.

https://m.youtube.com/watch?v=BCsJI-bsi2o


 

2-GripenNG

Curso inédito no Brasil pesquisará novas capacidades dos futuros pilotos

Mestrado da FAB pesquisará capacidades para operar aeronaves de última geração. Novos recursos tecnológicos e sistemas operados simultaneamente demandam maior preparação biopsicossocial do piloto.

DefesaNet - 15 de Setembro, 2016 -  Ten Flávio Nishimori

 

As novas capacidades necessárias aos futuros pilotos das aeronaves de última geração, como o avião de caça Gripen NG, estão entre as temáticas de pesquisa da primeira turma do Programa de Pós-Graduação em Desempenho Humano Operacional no Setor Aeroespacial. As atividades do curso inédito no Brasil que visa promover a pesquisa do desempenho operacional dos militares iniciaram na terça-feira (13/09). O programa de mestrado é oferecido pela Universidade da Força Aérea (UNIFA), localizada no Rio de Janeiro (RJ).

O coordenador do curso, Coronel Gilvan Vasconcelos da Silva, destacou a importância da pesquisa sobre o desempenho humano na preparação dos pilotos que irão operar o novo caça Gripen NG.

“A aeronave Gripen NG faz parte de uma categoria de aeronaves com alta capacidade de carga G, com um grande número de sistemas a serem operadas ao mesmo tempo, e que demanda uma maior preparação biopsicossocial do piloto. Para obter o máximo desempenho da máquina é necessário que o piloto esteja muito mais capacitado. Como um atleta de alto rendimento olímpico, o operador da aeronave tem que estar em seu mais alto patamar de preparação física, psíquica, cognitiva e social. O Programa vai ao encontro desta necessidade operacional visando a preparação dos pilotos para essa nova tecnologia”, ressalta.

O novo programa de pós-graduação tem como objetivo a melhoria do nível de desempenho humano operacional no setor aeroespacial, por meio da capacitação de recursos humanos para o desenvolvimento de pesquisas e de produções técnicas, face às demandas laborais decorrentes das diferentes atividades desempenhadas pelos recursos humanos no setor aeroespacial. Além disso, visa possibilitar que os sistemas de armas sejam projetados, desenvolvidos e adquiridos a partir de dados científicos sobre o Elemento Humano e seu desempenho.

Primeira turma - Para a primeira turma do Programa foram disponibilizadas oito vagas para militares e civis do Ministério da Defesa (MD) e das Forças Armadas. Os interessados passaram por um processo de seleção através da análise e avaliação de projeto preliminar do trabalho de conclusão do curso, prova de compreensão de língua inglesa e entrevista. Dos dez candidatos inscritos, foram selecionados quatro militares que fazem parte da primeira turma do Programa.

“O Programa de Pós-Graduação em Desempenho Humano Operacional da Universidade da Força Aérea é de extrema relevância para o desenvolvimento e aprimoramento de pesquisas que avaliem fatores biopsicossociais e sua influência no rendimento e eficiência dos militares no cumprimento das missões. Além de fomentar tais investigações de campo, o programa irá especializar oficiais das mais diversas áreas de atuação, promovendo a constante busca pelo conhecimento e aperfeiçoamento profissional”, explicou a professora doutora do corpo docente do programa, Tenente Grace Guindani Vidal.

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Gripen F: O Caça Biplace da FAB e o Futuro da Força

DefesaNet   10 de Setembro, 2016 por Vianney Júnior Exclusivo para DefesaNet

 

O desenvolvimento da versão biplace do Gripen NG não é apenas importante para a absorção de tecnologia pela indústria nacional. É fundamental para a atualização dos modelos de obtenção de capacidades, e o próprio futuro da Força Aérea Brasileira.

Quando em 24 de outubro de 2014 foi selado com as assinaturas do presidente da SAAB, Håkan Buskhe, e do Tenente-Brigadeiro-do-Ar Alvani Adão da Silva, então Diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), o contrato para a produção de 36 aeronaves de caça, Gripen, sendo 28 do modelo E (para um piloto), e 8 da versão F (biplace – com dois assentos), a indústria aeroespacial brasileira ganhava a oportunidade para dominar o design e a produção de aeronaves supersônicas. A Força Aérea, por sua vez, participava de uma decisão que afetaria diretamente seu futuro pelos próximos quarenta anos, e consequentemente transformaria a forma de emprego da arma aérea.

A proposta vencedora do programa F-X2, destinado ao reequipamento e modernização da frota de aeronaves militares supersônicas da Força Aérea Brasileira propiciaria, para além de uma nova aeronave, a oportunidade da incorporação do conceito multirole, ou de múltiplas missões. Assim sendo, uma profunda transformação entraria em curso desde a escolha do caça a ser adquirido.

O início da evolução

O acompanhamento do desenvolvimento e fabricação do Gripen E, por parte de equipes de profissionais brasileiros, tem sido a fase inicial da transferência de tecnologia. As primeiras aeronaves serão construídas na Suécia, e paulatinamente terão sua manufatura transferida para linhas de montagem no Brasil. Já o Gripen F (biplace) será produzido exclusivamente para a Força Aérea Brasileira, caso em que os engenheiros brasileiros deverão ter participação desde o design do caça para dois tripulantes, até sua certificação de sistemas de voo e missão, e integração final de armamentos a serem adotados pela versão brasileira do Gripen de Nova Geração.

O plano de produção prevê a entrega do primeiro caça para 2019 (porém sem capacidade plena para todas as missões – multirole), e do último dos 36 Gripens para 2024 (com todos os caças com a completa integração de todas as armas e sistemas – capacidade multimissão).

A aquisição de um caça multirole, como já dito, não representa simplesmente a substituição de aeronaves com fins específicos, por uma de modelo único, capaz de realizar todas suas missões. Não! Não é trocar seis por meia dúzia. É bem mais que isso. É fazer mais com menos. Representa uma economia, por intermédio da padrozinação, que vai do ferramental ao treinamento unificado. A própria estrutura de suprimento e manutenção deve ser em seu todo reorganizada. É literalmente a implantação de um novo modelo de esquadrão.

Por Nobuhiro Kubo

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http://www.defesanet.com.br/gripenbrazil/noticia/23444/%20Gripen-F--O-Caca-Biplace-da-%20FAB-e-o-Futuro-da-Forca/


 

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Japão foca em drone de combate e orçamento militar recorde para se contrapor a Pequim e Pyongyang

Defesa Aérea&Naval  Luiz Padilha  19/08/2016

 

Por Nobuhiro Kubo

TÓQUIO (Reuters) – O Japão pretende desenvolver o protótipo de um caça de combate por controle remoto em duas décadas com ajuda do setor privado, em uma estratégia tecnológica centrada em armas, comunicações e lasers, segundo um documento visto pela Reuters.

O plano será anunciado neste mês, quando o Ministério da Defesa também vai revelar um pedido de orçamento recorde de 5,16 trilhões de ienes, o equivalente a 51 bilhões de dólares, para o ano fiscal de 2017. O estratégia ocorre no momento em que as tensões aumentam no Mar do Leste da China e a Coreia do Norte intensifica a ameaça representada por seu programa de mísseis, disseram autoridades governamentais com conhecimento direto do tema.

O plano de tecnologia militar quer primeiro poder desenvolver uma aeronave de vigilância não-tripulada na próxima década e um caça de combate por controle remoto 10 anos mais tarde, afirma o documento.

O aumento de 2,3 por cento em relação ao orçamento deste ano de 5,05 trilhões de ienes assinala o quinto aumento anual sucessivo requerido pelo ministério, que está empenhado em fortalecer as defesas do Japão no momento em que Pyongyang atualiza sua tecnologia de mísseis balísticos.

Porém, um analista de assuntos militares afirmou que o orçamento é insuficiente. “O clima de segurança que cerca o Japão é severo, por causa da Coreia do Norte e China”, disse Takashi Kawakami, especialista em segurança na universidade Takushoku. “Eu creio que não é suficiente.”

O ministério também vai alocar recursos do orçamento para compra da versão atualizada do jato de combate tático F-35, produzido pela norte-americana Lockheed Martin Corp, disse uma fonte.

A tensão na região cresceu neste mês depois que um crescente número de embarcações da Guarda Costeira da China e outros navios navegaram próximas de ilhas disputadas no Mar do Leste da China.

COLABOROU: Amarilio Alcantara

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Força Aérea da Colômbia participará do exercício Green Flag East 2016 nos EUA

Defesa Aérea&Naval  Luiz Padilha  20/08/2016

 

Com uma frota de quatro aeronaves Embraer Super Tucano EMB314 A29 e Lockheed Martin C-130 Hércules, a Força Aérea Colombiana (FAC), participa do exercício Green Flag East 2016, que será realizado no estado de Louisiana, EUA.

A delegação da FAC será composta por uma equipe de pilotos e técnicos (45 oficiais e sargentos) e liderado pelo brigadeiro-general Rodrigo Valencia.

De acordo com o Escritório de Comunicações Estratégicas, os cinco aviões e pessoal partiu do Comando Aéreo de Combate nº 4 (CACOM), com sede em Barranquilla, após um intenso período de alistamento e treinamento prévio por sete meses, o tempo em que, não só preparou o corpo técnico oficial, mas também preparou toda a logística operacional da aeronave.

A participação da FAC visa formar suas tripulações em operações ligadas aos protocolos da NATO – OTAN, bem como o intercâmbio e ganhar experiência no desenvolvimento de operações de apoio aéreo tanto com aeronaves como com o pessoal das forças armadas dos EUA.

Por Erich Saumeth

FONTE: Infodefensa

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Protótipo do programa T-X da Northrop Grumman foi revelado em Mojave-CA

Defesa Aérea&Naval  Por Stephen Trimble

 

A Northrop Grumman revelou ao público no dia 19 de agosto, em Mojave, Califórnia, o protótipo N400, para a competição T-X que visa substituir o defasado caça T-38 Talon. Alimentado por um único motor GE Aviation F404-102D com 17,200lb de impulso, de acordo com a base de dados de registro da aeronave da US Federal Aviation Adminitration.

A Scaled Composites, uma subsidiária da Northrop está dedicada na realização dos testes de voo do protótipo e registro da aeronave desde 16 de Junho de 2015, mas o projeto foi mantido em segredo por vários meses. Imagens da aeronave no Twitter mostram uma aeronave com um estabilizador vertical único proeminente e uma seção de nariz semelhante ao T-38.

A Northrop Grumman revelou o modelo do conceito T-X para um pequeno grupo de jornalistas em meados de dezembro do ano passado, durante uma excursão da fábrica da empresa em Palmdale nas proximidades. A Northrop é um dos quatro concorrentes que estão competindo para substituir o venerável T-38C, instrutor a jato avançado da Força Aérea os EUA.

A Raytheon está propondo a variante T-100 do Leonardo M346M. A Lockheed Martin está oferecendo uma versão modificada do Korea Aerospace/Lockheed monomotor T-50 Golden Eagle.

A Boeing em parceria com a Saab irá oferecer uma aeronave com um design limpo, mas que ainda não foi revelado. A USAF planeja comprar mais de 300 aeronaves T-X durante a próxima década. Um pedido de propostas foi lançado para a indústria no mês passado.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: DAN

FONTE: FlightGlobal

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Embraer, Boeing Hope KC-390 Will Have Long Payout

Defense News By: Aaron Mehta, July 14, 2016

 

FARNBOROUGH, England — Two years ago, Brazilian giant Embraer announced it was teaming with Boeing on a partnership for its KC-390 multirole aircraft. At the time, the announcement was heavily focused on marketing the plane around the globe.

Now, that relationship has evolved into one that executives from both companies believe will be a win-win as the KC-390 searches for its first non-Brazilian customer.

The two firms used the Farnborough International Airshow, where the KC-390 was making its first appearance, to reaffirm the relationship, with an emphasis on a support agreement that now means Boeing will handle support and maintenance for the KC-390 around the globe.

For Embraer, it means the company does not need to spend resources to create depots and figure out how to maintain the aircraft on a large scale. For Boeing, it provides an opportunity to use the existing structures and systems they have — and provides a free platform the company can glom onto at a time when it is not in line to produce any new systems.

Jackson Schneider, head of Embraer's defense unit, told Defense News that although the length of agreement is “open ended” between the two sides, he is confident it will prove beneficial for both companies.

“Through this new phase of the agreement we are extending our agreement out to the world, which means we can be together in all the markets of the world to support the client with the best of both companies,” Schneider said. “We will be together showing the capabilities of the product. I am sure it will just add value for the campaign.”

Ed Dolanski, who took over Boeing’s Global Services & Support defense business unit four months ago, was enthusiastic when talking about the opportunities the agreement could generate, noting that the similarities between the KC-390 and Boeing’s legacy C-17 could provide easy synergies in sustainment.

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http://www.defensenews.com/story/defense/show-daily/farnborough/2016/07/14/embraer-boeing-hope-kc-390-have-long-payout/87071014


 

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O último voo do Mirage 2000 rumo ao Museu da Aeroespacial

Defesa Aerea&Naval  Da Redação do DAN 31/12/2013

 

O Mirage 2000 fez hoje (31) o seu último voo, após quase uma década servindo ao sistema de defesa aeroespacial brasileiro. O destino da aeronave foi o Rio de Janeiro. A partir de agora, o exemplar poderá ser visto no Museu Aeroespacial da Força Aérea Brasileira (FAB), em Campos dos Afonsos, na capital fluminense.

A solenidade de despedida ocorreu na Base Aérea de Anápolis (BAAN). No comando da aeronave, o capitão Antonio Augusto da Silva Ramalho, do 1º Grupo de Defesa Aérea, iniciou o trajeto que marcou em definitivo a aposentadoria do caça. Porém, a série de homenagem teve início na semana passada, em Anápolis (GO), com a participação de oficiais-generais da Aeronáutica.

As aeronaves continuaram em operação até o final de dezembro fazendo a proteção da capital federal e, a partir de janeiro pelos caças F-5EM. Na ocasião, também ocorreu a passagem de comando do Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) – Esquadrão Jaguar.

Os Mirage, batizados na FAB de F-2000, atuavam na defesa aérea do país desde 2006 e já completaram mais de 10 mil horas de voo. Para o tenente-coronel Eric Breviglieri, piloto da FAB com 1038 horas de voo no caça, a aeronave atendeu todos os requisitos necessários enquanto esteve em operação. “O Mirage é a máquina, é excelente e foi de grande valia para ajudar neste salto que vamos dar a partir de agora com o Gripen. Os conceitos e o emprego do Mirage vão auxiliar a assimilar mais fácil o novo caça”, revela Breviglieri.

Os 12 Mirage foram adquiridos da França já usados como uma solução temporária para a aviação de caça de alta performance no Brasil. Pelo plano inicial os jatos iriam parar no final de 2011, mas com ajustes seis aeronaves foram poupadas e permaneceram em voo. O Governo já anunciou a aquisição dos substitutos do Mirage: o Gripen NG da empresa sueca Saab.

Até que os novos caças cheguem, as missões de defesa aérea, antes desempenhadas pelo Mirage, ficarão a cargo dos caças F-5EM. Os três esquadrões com F-5, do Rio de Janeiro, Manaus e Canoas vão assumir o alerta de defesa aérea a partir da BAAN com suas próprias aeronaves. “A partir de primeiro de janeiro as aeronaves F-5 assumirão a defesa aérea, e tanto Anápolis quanto o Planalto Central estarão protegidos”, afirma o brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, comandante da Terceira Força Aérea (III FAE).

Com a aposentadoria do Mirage, o Esquadrão Jaguar ficará sem aeronaves. Um grupo de seis pilotos permanece em Anápolis (GO) para manter a administração da unidade, cumprir horas de voo no F-5 e participar de treinamentos. No futuro, os militares vão compor o primeiro grupo que irá receber o novo caça Gripen NG. Parte do efetivo já foi transferida para outras unidades, mas os que ficam aguardam com boas expectativas a chegada do novo avião. “É uma aeronave que traz conceitos doutrinários novos, diferentes daqueles que nós utilizamos, e vai colocar a Força Aérea, com certeza, em um novo patamar operacional”, ressalta o novo comandante do 1º GDA, Major Cláucio Oliveira Marques.

FONTE : MD

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Mudanças na FAB incluem reorganização de unidades aéreas e adequação de bases

Defesa Aérea & Naval  Luiz Padilha  02/07/2016

 

“Essa Força Aérea de 2041 é muito mais de vocês do que minha. Todos devem se empenhar nisso, estudar e aceitar a mudança. Recursos devem ser otimizados e novos conceitos precisam ser adotados”. As palavras do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, direcionadas a militares ao encerrar uma das apresentações intitulada “Olhando para o Futuro”, representam a visão do Comando em relação à reestruturação pela qual a Força está passando.

Estudos, otimização de recursos e novos conceitos são as palavras-chave do processo que pretende levar a FAB a um novo patamar até completar seus 100 anos, em 2041. “Nós temos sempre que otimizar a utilização dos recursos, independentemente de tê-los em maior ou menor quantidade”, destaca o Comandante.

Entenda

“A dispersão excessiva das unidades no território dificulta o adestramento e o gerenciamento dos recursos”, explica o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Historicamente, seja por herança de unidades da Marinha e do Exército – que deram origem a muitas organizações da FAB –, seja pela necessidade de apoio em diversos pontos devido à pouca autonomia das antigas aeronaves, ou ainda pela posição estratégica que deveriam ocupar, as Bases Aéreas e seus esquadrões foram distribuídos em todo o território brasileiro.

Algumas unidades do Exército – chamadas Corpos de Base – foram herdadas pela FAB e, em maio de 1941, passaram a ser denominadas Bases Aéreas. Mas já no surgimento dos Corpos houve, conforme registra o livro História Geral da Aeronáutica Brasileira, “um significativo sinal de orientação doutrinária, no sentido de assegurar mobilidade às unidades aéreas para seus desdobramentos”.

O litoral do Nordeste era considerado uma região vital para os Aliados, já que por ali passavam, durante a Segunda Guerra Mundial todos os transportes marítimos destinados ao Caribe, aos Estados Unidos e, alguns, à Europa. Também era rota de todo o tráfego vindo da América do Sul, da África, das Índias ou do Pacífico.

Além disso, no início de 1942, as atenções estavam voltadas para aquela região tendo em vista as ameaças trazidas pela Segunda Guerra. Havia, segundo os historiadores, um clima de expectativa muito grande, movimentos de navios de guerra, preparo de pista e construção de aeródromos, crescente tráfego de aviões e muitas notícias de navios brasileiros e de oturas nações atacados. Foi nesse contexto que começaram a ser acionadas missões de patrulha e, portanto, tornando ainda mais necessárias as infraestruturas de apoio aos esquadrões.

Diagnóstico

Alguns dos problemas observados pelo Comando e que devem ser resolvidos, ao longo do processo de reestruturação, são a sobreposição de atividades, os processos de trabalho, a dispersão geográfica excessiva das unidades e os efetivos crescentes na área administrativa.

Parte das mudanças, portanto, é de caráter organizacional, que inclui a concentração de unidades, a redução das atividades em algumas Bases e alterações nos Comandos Aéreos Regionais e em alguns Grandes Comandos.

Perspectiva

Hoje, com o avanço na tecnologia e a maior autonomia das aeronaves, não há necessidade de manter esquadrões tão dispersos no território nacional, explica o Comandante. As missões podem ser cumpridas sem tantas paradas para abastecimento, por exemplo, e os aviões chegam mais facilmente de uma ponta a outra do País quando acionados.

Assim, algumas Bases passarão a sediar mais unidades aéreas, enquanto outras serão bastante reduzidas e servirão como pontos de apoio ou desdobramento. “Nenhuma delas será fechada porque precisamos manter nossa representatividade em pontos estratégicos, seja para o caso de necessidade de treinamentos, de grandes eventos ou para ajuda em calamidades. Então, poderemos ter Bases com dois mil militares e outras com apenas uma infraestrutura de apoio e segurança”, ressalta o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Isso vai significar, segundo o Comandante, uma redução expressiva na utilização de recursos, chegando a menos de 20% do que é gasto hoje em algumas das organizações. Ele explica que, além da otimização dos processos administrativos, a reestruturação organizacional vai melhorar a distribuição dos efetivos, também impactando na economia de recursos.

Para manter o alto grau de operacionalidade e adestramento da Força, algumas alternativas já estão previstas, como incremento da Tecnologia de Informação e da utilização de simuladores; e uso intensivo de tecnologia de ponta, como Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) e satélites.

Tudo isso, ressalta o Comandante da Aeronáutica, faz parte do esforço para manter a instituição sempre atualizada. “Precisamos mudar constantemente e sempre nos modernizar para não sermos superados ou ficarmos obsoletos”, acredita o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Emília Maria

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Argentina perto do Gripen NG ?

Por Tecnodefesa - jul 7, 2016  Ivan Plavetz

 

Durante a reunião envolvendo o ministro da Defesa da Argentina, Julio Martínez, e seu colega brasileiro, Raul Jungmann, o assunto foi a intenção dos argentinos em participar do projeto e adquirir o avião de combate Gripen E/F (ou NG) da Saab. Martinez veio ao Brasil acompanhado do secretário de Ciência, Tecnologia e Produção para Defesa, Héctor Lostri, pelo chefe da Força Aérea Argentina, major-brigadeiro VGM Enrique Victor Amrein e pelo diretor da Fabrica Argentina de Aviones Brigadeiro San Martin (FAdeA), Ercole Felippa.

De acordo com o portal Intereses Estratégicos Argentinos, após a reunião na sede do Ministério da Defesa em Brasília (DF), Martínez destacou a predisposição do governo brasileiro e da Embraer sobre a possibilidade de que a Argentina venha a coproduzir peças e componentes do Gripen NG (ou E/F) nas instalações da FAdeA, tal como já acontece com o avião militar de transporte KC-390.

Conforme o portal, a relação entre o avião de combate Gripen e a Argentina não é nova. A fonte afirma que a Saab já havia ofertado o caça para a Argentina durante o mandato de Cristina Kirchner pelo menos em duas oportunidades, as versões A e C, entretanto, por força do emprego de componentes de origem inglesa na construção da aeronave essas propostas não prosperaram.

Após algum tempo, exatamente por ocasião do rollout do KC-390, no dia 21 de outubro de 2014, o então ministro da Defesa argentino, Agustín Rossi, firmou juntamente com seu colega brasileiro, Celso Amorim, uma declaração conjunta que mencionava a intenção dos argentinos de adquirir 24 unidades do Gripen NG produzidos no Brasil contando também com o potencial para que a FAdeA viesse a fabricar peças em materiais compósitos para o novo caça.

Em abril de 2015, Agustín Rossi junto com o então ministro da Defesa do Brasil, Jaques Wagner, firmaram documento para inicio formal de conversações envolvendo um possível fornecimento de 24 Gripen NG “made in Brazil” para a Argentina. Naquela ocasião, a Força Aérea Argentina via com muito bons olhos a possibilidade de ter em suas bases o novo avião de combate sendo o seu então comandante, major-brigadeiro VGM Mario Callejo, cada vez mais consultado sobre o tema.

Após a mudança de governo na Argentina assumido por seu atual presidente, Mauricio Macri, o novo ministro da Defesa, Julio Martínez, manteve no último mês de março encontro com o embaixador brasileiro na Argentina, Everton Vieyra Vargas, durante o qual reiterou o interesse daquele país no futuro caça incluindo participação no programa de produção.

No último mês de abril, Martínez disse durante entrevista que aguardava a definição da situação politica do Brasil para posteriormente realizar uma viagem oficial com propósito de estreitar laços e avançar em termos de cooperação bilateral na área de defesa. Paralelamente, durante a mostra internacional FIDAE 2016 no Chile, Martínez teve a oportunidade de examinar o mock-up do Gripen E (versão de um assento do NG) em exibição e manter intercâmbio com executivos da Saab. Por outro lado, o portal especializado argentino Gaceta Aeronáutica entrevistou Fredrik Gustafson, gerente regional da Saab para a América Latina, que qualificou como viável a possibilidade da Argentina ter acesso ao Gripen NG num futuro próximo.

Vale lembrar que veio a público recentemente, que a  Ericsson, uma empresa controlada pelo Grupo Saab, se encontrava desenvolvendo um radar alternativo para o Gripen NG.

Essa informação harmoniza-se com noticias de que Martínez teria mantido  conversações com representantes da Saab sobre a necessidade de substituição de componentes de origem britânica usadas no novo caça com propósito de viabilizar um “Gripen NG argentino” evitando dessa forma sujeição a embargos por parte do Reino Unido.

Fonte: Intereses Estratégicos Argentinos

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Apertem os cintos e curtam a apresentação do Gripen C em Farnborough 2016

Defesa Aerea & Naval   Luiz Padilha   16/07/2016

 

Apertem os cintos e curtam um trecho dessa apresentação incrível, feita a bordo de um Gripen C, pelo piloto da Força Aérea Sueca, Peter Fallen, durante o Farnborough International Airshow 2016, na Inglaterra.

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https://youtu.be/UHs-37qWhqw


 

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Esquadrão Pacau em alerta 

Tecnodefesa -  Ivan Plavetz  - ago 5, 2016

 

Militares do Esquadrão Pacau (1°/4° GAv) estão de sobreaviso no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus (AM). A unidade aérea irá executar ações de defesa aérea para contrapor qualquer tipo de ameaça aos eventos dos Jogos Olímpicos 2016. A unidade desdobrou-se para o aeroporto antes do primeiro jogo, no dia 04 de agosto, e após a última partida, no dia 09 de agosto, regressará para a Base Aérea de Manaus.

De acordo com o comandante do Esquadrão Pacau, tenente-coronel aviador Luciano Cantuaria Pietrani, a missão traz um ganho operacional para a unidade. “O Esquadrão Pacau tem participação fundamental nos Jogos Olímpicos 2016, pois irá ajudar na segurança do evento, protegendo os céus da cidade de Manaus. O ganho operacional é enorme”, afirmou. A aeronave está equipada com mísseis ar-ar  e um canhão M-39A2 de 20 milímetros.

As atividades do Esquadrão Pacau serão realizadas em parceria com outras organizações da Força Aérea Brasileira (FAB) que vão contribuir para o cumprimento da missão. “Para que uma aeronave de defesa aérea decole é necessário um trabalho sinérgico entre as diversas organizações do Sétimo Comando Aéreo Regional (VII COMAR) e de outras organizações da FAB. O Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, o COMDABRA, é o grande responsável pelos acionamentos, porém a missão só é cumprida com o apoio do VII COMAR e da Base Aérea de Manaus”, explicou o tenente-coronel Pietrani. Nos últimos dias, o 1°/4° GAv realizou exercício conjunto com o Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE), sediado em Manaus, para aperfeiçoar o treinamento de defesa antiaérea.
Caças F-5M armados com mísseis ar-ar Python 4 em Manaus. (Imagem: VII COMAR) Caças F-5M armados com mísseis ar-ar Python 4 em Manaus. (Imagem: VII COMAR)

Para a missão dos Jogos Olímpicos, a Unidade passou por treinamentos específicos. Além da manutenção operacional de rotina, que prevê o treinamento dos procedimentos a serem realizados nos Jogos, foram realizados voos, aulas e instruções específicas para o evento.

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Caça F-35 é declarado pronto para o combate  

Aeronave pode ser destacada para bases dos EUA na Europa e Pacífico em 2017

AIRWAY  - Thiago Vinholes — 3 de agosto de 2016

 

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) anunciou nessa terça-feira (2) que seu primeiro esquadrão composto pelos novos caças Lockheed Martin F-35 “Lighting II”, baseado no estado de Utah, foi declarado pronto para o combate. A aeronave alcançou a classificação que na aviação é chamada de “capacidade operacional inicial”, que ainda inclui uma série de testes de armamentos e outros equipamentos, além de treinamentos para os tripulantes.

“O F-35A será o avião mais dominante em nosso inventário, porque ele pode chegar onde outras de nossas aeronaves não podem e fornece as capacidade que nossos comandantes necessitam no campo de batalha moderno”, disse o general Herbert Carlisle, dirigente do Comando de Combate da USAF.

A USAF ainda não definiu quando pretende enviar o novo caça para a frente de combate real, como ocorre atualmente em ações na Síria. “Eu gostaria de implantar o F-35 tanto na Europa como no Pacífico em um futuro não muito distante, diria que dentro de 18 meses”, revelou Carlisle, ao AviationWeek.

Avião mais caro da história

Com um custo de desenvolvimento que já superou os US$ 400 bilhões, o F-35 é o avião mais caro da história da aviação. O caça supersônico possui tecnologia “stealth”, que o torna invisível a radares, e também é equipado com alguns dos sensores de busca mais avançados da atualidade.

No final de 2015, o Marine Corps (Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, que é diferente da Marinha – US Navy) declarou que já havia alcançado a capacidade operacional inicial com o F-35B, a versão mais complexa do caça da Lockheed Martin, capaz de realizar pousos e decolagens na vertical – o F-35A da USAF pousa e decola de forma convencional.

Os motores do F-35B e F-35C possuem complexas partes móveis, por isso a demora no seu desenvolvimento. (Foto - US Navy)

Os motores do F-35B possuem complexas partes móveis, por isso a demora no seu projeto (Divulgação)

A variante do caça mais atrasada até o momento é o F-35C, destinado ao US Navy. Esse modelo foi projetado para operar em porta-aviões com catapultas de lançamento, enquanto o F-35B pode operar a partir de embarcações sem esse recurso e com conveses de voo menores.

Até o momento, a Lockheed Martin já recebeu mais de 2.400 encomendas pelas três versões do F-35, a maioria para as forças armadas dos EUA. Também participam do projeto outros 10 países, como Canadá, Reino Unido, Holanda, Japão e Turquia.

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O mistério dos Mig-29M que estão sendo produzidos para exportação: fabricante russo esconde o nome do cliente, e Ocidente teme que o destino dos caças seja o Irã

Plano Brazil  22 de julho de 2016  Por Roberto Lopes

 

A edição desta quinta-feira (21.07) do jornal moscovita no idioma inglês  The Moscow Times trouxe uma reportagem que pergunta qual será o país que receberá os 46 caças-bombardeiros Mig-29M atualmente em produção na indústria Sokol, de Nizhny Novgorod, para serem exportados.

Em maio do ano passado o diário econômico Vedomosti, também editado na capital russa, revelou que as aeronaves poderiam estar sendo fabricadas por solicitação da Força Aérea do Egito, como parte do pacote de 3,5 bilhões de dólares em armamentos negociado, em abril daquele ano, pessoalmente, pelo presidente russo Vladimir Putin com seu colega egípcio general Abdel al-Sisi.

A exportação dos Mig-29M envolveria um valor na casa dos 2 bilhões de dólares, onde estariam incluídos 92 motores para as aeronaves (dois motores para cada Mig, portanto).

A entrega dos aviões estaria prevista para um período de, aproximadamente, 24 meses, entre o fim de 2016 e dezembro de 2018.

Irã – Mas todas as informações acerca dessa operação parecem ainda muito especulativas.

Se é verdade que a partir de 2014 o general Al-Sisi deu início a um lento processo de afastamento da indústria armamentista dos Estados Unidos, diversificando o seu arsenal com navios de guerra franceses e material alemão para o Exército, também é verdade que a Rússia vem cortejando o Irã – país cuja Aviação Militar, devido aos bloqueios comerciais de fornecedores ocidentais, parou, em termos de tecnologia aeronáutica, 20 anos atrás.

E ainda que o recente acordo nuclear fechado pelo governo do Teerã com o Conselho de Segurança das Nações Unidas estipule que os militares iranianos não podem receber armas ofensivas até o ano de 2020, tanto na própria ONU como no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) há uma forte preocupação acerca da possibilidade de os iranianos serem os reais compradores dos Mig-29M – que, nessa hipótese, poderiam ser rotulados como “armas defensivas”.

O certo é que as aeronaves russas constituiriam o início da renovação da Aviação de Combate iraniana, cuja eficiência e disponibilidade – em face da obsolescência e desgaste dos antiquados jatos de combate americanos que equipam suas principais unidades aéreas – vêm caindo rapidamente  desde a década passada.

Mercado – O Moscow Times levanta, claro, outras hipóteses.

Uma delas de que os Migs poderiam estar indo para a Síria; ou mesmo para a Índia. Mas essas parecem possibilidades mais remotas.

No caso da Síria porque o país se encontra sob forte vigilância dos Estados Unidos e das potências ocidentais, e no caso da Índia porque a Força Aérea desse país é tradicional cliente da fábrica Sukhoi.

A Força Aérea da China não dá sinais que estaria considerando se equipar com interceptadores multifunção como o Mig-29M. Os chineses tem os seus próprios jatos desse tipo.

Alheia à polêmica sobre o mistério dos Migs, a Aviação egípcia segue se reforçando. Tanto que o próprio governo Barack Obama viu-se forçado a aprovar a venda de uma dúzia de caças F-16 ao governo do Cairo, como forma de não se deixar excluir de um mercado hoje fortemente disputado por fabricantes aeronáuticos da França e da Rússia.

A venda dos Mig-29M representaria um ponto de inflexão na cooperação militar dos russos com os egípcios.

De acordo com o Instituto de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (SIPRI na sigla em inglês), no período de 2014 a 2015 Moscou viu as suas exportações de armas para a República Árabe do Egito despencarem de 75 milhões de dólares anuais para cerca de 30 milhões, enquanto os fornecimentos de armamento americano (negociados antes da chegada de Al-Sisi ao Poder), saltavam, no mesmo período, de 190 milhões de dólares para 585 milhões de dólares.

“O renascimento da cooperação militar entre a Rússia e o Egito deixará os dois países muito próximos, e não apenas em termos de entrega de material militar”, declarou ao The Moscow Times o especialista em comércio internacional de armas Vadim Kozyulim, “também em educação e treinamento para os militares egípcios, fornecimento de spare parts, upgrade e outros tipos de modernização no futuro”.

Competição – Para a indústria Sokol e o seu cinturão de fornecedores, a exportação dos Mig-29M representará, igualmente, um marco de recuperação, já que nos últimos anos a produção dessa empresa foi largamente superada pela produção da Corporação Sukhoi.

De acordo com o Moscow Times, nos últimos 25 anos a Sukhoi exportou nada menos do que 252 jatos de caça, faturando 15,4 bilhões de dólares (valor fechado no fim de 2015).

De seu lado, a companhia Sokol vendeu, no mesmo período, 185 Migs a clientes estrangeiros, obtendo uma receita bruta de 8,6 bilhões de dólares

As margens de lucros das duas companhias não foram divulgadas pelo jornal.

A Sukhoi parece desfrutar de algumas vantagens importantes sobre a Mig.

Em primeiro lugar seus caças são maiores, mais potentes e adaptáveis às diferentes funções do moderno combate aéreo.

Em segundo há o problema da reputação internacional.

A Sokol tem lutado contra polêmicas em seus fornecimentos de maior porte, como a que se estabeleceu em torno de um contrato de 1,28 bilhão de dólares, fechado em 2008, para o fornecimento de caças Mig à Força Aérea da Argélia.

Os clientes argelinos apresentaram reclamações sobre a qualidade das aeronaves Mig, devolveram os aviões à Rússia e, para não ficarem mal com Moscou, foram em busca de jatos de combate SU-30, da Sukhoi…

Clique no link abaixo para acessar o artigo.

http://www.planobrazil.com/o-misterio-dos-mig-29m-que-estao-sendo-produzidos-para-exportacao-fabricante-russo-esconde-o-nome-do-cliente-e-ocidente-teme-que-o-destino-dos-cacas-seja-o-ira/


 

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Os caças e suas gerações

Matéria do site Poder Aéreo de 2009.

 

Para facilitar a comparação, o desenvolvimento dos caças a partir da Segunda Guerra Mundial pode ser classificado em gerações, de acordo com as tecnologias empregadas.
 
1ª GERAÇÃO

Incluem aqueles empregados na Guerra da Coréia, até o meio dos anos 1950. A maioria dos aviões não tinha radar, eram subsônicos, usavam bombas de queda livre e metralhadoras e canhões com mira ótica. Exemplos: MiG-15, 17, Gloster Meteor e F-86.
 

 geração1-f86mig15 geração1-f-104


2ª GERAÇÃO

Estes são os caças desenvolvidos entre 1955-1960, cujas principais características eram o voo supersônico em grandes altitutes, para interceptação. Começaram a ser equipados com radar próprio e os primeiros mísseis guiados. Exemplos: F-104, F-105, F-106, MiG-19, Mirage III, MiG-21, English Electric Lightning.
 

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3ª GERAÇÃO

Aviões de combate que entraram em serviço ou voaram pela primeira vez na década de 1960, introduzindo mais avanços em aerodinâmica e eletrônica: F-4 Phantom, F-5, MiG-23, MiG-25, Mirage F1, Saab Viggen.
 

geração3-f-4-phantom  geração3-mig-25 


4ª GERAÇÃO

Resultado da introdução da microeletrônica na década de 1970/80, os aviões de 4a geração foram dotados de aviônica mais sofisticada, controles fly-by-wire e cockpit HOTAS: F-14, F-15, F-16, F-18, MiG-29, MiG-31, Su-27 , Mirage 2000, Tornado, Saab Gripen.
 

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4ª GERAÇÃO PLUS OU 4.5

Versões melhoradas de aeronaves de 4a geração ou introduzidas entre o final da década de 1990 e início dos anos 2000, como o F/A-18E Super Hornet, Sukhoi Su-30/35, EurofighterTyphoon, dotados de novos radares phased array e aviônica.

geração4up-eurofighter-typhoon   geração4up-su-35bm


5ª GERAÇÃO

Caças que empregam formas e tecnologias que desviam e absorvem as ondas eletromagnéticas, tornando-os difíceis de serem detectados por radares. Os armamentos são levados internamente. Nessa classe, o F-22 Raptor, o F-35 e o futuro PAK-FA russo.

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Clique no link abaixo para acessar o artigo.

https://www.aereo.jor.br/2009/05/02/os-cacas-e-suas-geracoes/

 

NOTA do BLOG: Gostaríamos que cada leitor deixasse sua impressão pessoal sobre um ou mais aviões que escreveram a História da Aviação de Caça nos últimos 50 anos. Qual avião ou quais aviões, foram mais marcantes? quais aspectos foram mais importantes e decisivos?
 
Afinal, os aviões que temos hoje e que teremos no futuro, são fruto da técnica, suor e sangue daqueles que fizeram e operaram essas maravilhosas máquinas voadoras do passado.


 

 

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